Crise ou despertar para a vida?

Há quem viva neste dilema da crise por anos, eu preferi cair na realidade.

Vivemos uma vida conturbada, cheia de responsabilidades e tabus, com muitas regras sociais por longos anos. Quando a gente atinge a meia idade e percebe que o tempo voou e muita coisa se fez por normas e regimes, a gente “surta”, mas no bom sentido. ahahah

Vamos viver menos de aparências, com mais qualidade, mais diálogo familiar, apreciar um bom  jantar sem culpa, sem contar as calorias, observar o dia e o anoitecer….

São tantos momentos que desperdiçamos por correria. Correria atrás do quê?! Já se questionaram?

Cada um tem uma trajeto diferente na vida, mas a base inicial é praticamente igual:

-A gente passa 25 anos da vida estudando (alguns menos tempo, tem que começar a busca profissional antecipadamente), depois 10 anos construindo uma carreira sólida (alguns rodam por diversos segmentos até encontrar o que mais se identifica “meu caso”. É uma batalha sem parar em busca de uma profissão sólida e bem remunerada). Alguns deixam pra pensar em casamento após a estabilidade profissional, outros fazem uma mistura geral, é trabalho, marido, filhos, estuda… “também meu caso” ahahahah

E a luta não pára, o foco muda de direção e segue no sentido da criação dos filhos, pois é, quando a gente percebe o tempo se foi, e o que mais fizemos é guerrear nesse mundo capitalista maluco.

wal de patinsHoje meus filhos estão praticamente formados e eu consigo direcionar a seta para mim. Poderia escolher trabalhar mais, mas preferi cuidar da mente e equilibrar a rotina com prazer. Voltei a estudar, agora meu foco é realização pessoal e não financeira. Tenho como meta alguns passeios que envolvem a natureza e muita paz interior. Fugindo de negatividade e desentendimentos desnecessários.

Espero que você que está lendo esse post faça uma auto análise e busque equilibrar a vida, antes que a crise chegue.

A crise da meia idade, para mim, foi uma benção. No início fiquei confusa, como a maioria fica, e me questionei muito: -“Por que estou questionando se vivi sempre desse jeito e estava bom?” Pois é amigo/a leitor/a, não estava bom, né?! Vamos dar o que inicialmente falei, QUALIDADE na rotina.

Bora focar na paz e não deixe de namorar, passear, fazer novos amigos… Se abra pra vida, ela é do jeito que a gente quer que seja, basta acreditar e fazer acontecer!

As mudanças acontecem devagar, sinta com a alma e deixe fluir.

naturalmente

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O importante é se mexer…

Resultado de imagem para jazz decada de 80Com 14 anos eu fazia Jazz. Quem lembra dessa onda? Faz um tempinho isso. Na década de 80 esta modalidade foi uma febre, com polainas, meia calça e colan por cima, a gente se mexia e suava muito, e era muito boOom!!!

E infelizmente todas as modalidades aeróbicas nas academias não perduram, e com esta não foi diferente, apesar de ser uma dança logo foi esquecida e substituída por outras, mas ainda podemos rever esta e outros ritmos, em escolas de danças. A musculação nunca saiu de moda, mesmo porque não há treino que substitua os benefícios do treinamento resistido, nenhum outro esporte, até os dias de hoje, promove o ganho de massa muscular, somente a musculação, mas se o objetivo for suar e manter-se ativo, qualquer modalidade trará qualidade de vida, melhora no cardio-respiratório e humor.

O importante é se mexer…

Além do jazz, eu também já fiz ginástica rítmica, hoje chamamos de localizada, jump, step, bike e boxe, mas igual o jazz, para mim, nenhuma conseguiu substituir. Veja o vídeo do filme “Dirty Dancing” representa muito bem este ritmo:

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  A febre de hoje é a Zumba, mas não é minha praia, não!

Se me sobrasse um tempo, além da musculação, eu voltaria para a bike ou boxe, mas estou estudando um treininho com patins. Eu conto aqui se der certo.

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Fiquem de olho, aqui eu conto sobre o meu mundo fitness e as fases da mulher.

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“Não faças da tua vida um rascunho.
Poderás não ter tempo de passá-la a limpo.” Mario Quintana

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